
Nesta terça-feira (7) os alunos do UMEF Irmã Feliciana Garcia, que fica no bairro Ilha dos Ayres, em Vila Velha, tiveram uma aula sobre violência doméstica.
Os alunos participam de um projeto chamado “Anjos da Guarda”, da Guarda de Vila Velha, que está formando turmas de escolas da rede municipal num curso criado para gerar laços com a comunidade, levar informação e conhecimento sobre a instituição e auxiliar na construção de uma relação de cooperação e transparência entre o cidadão e as forças de segurança.
A aula foi ministrada pela inspetora da Mulher, da Guarda, Laís Mongin. “Essa conversa com os adolescentes é muito importante, pois eles, muitas vezes, não têm conhecimento completo sobre o que constitui violência doméstica, suas diferentes formas e os impactos que essa violência pode ter nas vítimas”, ressalta.
Durante a palestra, a inspetora destacou a importância de identificar os sinais de violência doméstica, compreender seus impactos nas vítimas e saber como buscar ajuda.
Além disso, ela enfatizou a necessidade de romper o ciclo da violência e como a denúncia de situações de abuso é crucial para garantir a segurança das vítimas. Também explicou os recursos e serviços disponíveis para auxiliar as pessoas que enfrentam violência doméstica.
“Muitas pessoas não estão plenamente conscientes dos diferentes tipos de violência que podem ocorrer dentro de um relacionamento e de seus efeitos devastadores na vida das vítimas. Através dessa conversa, é possível informar e educar os adolescentes sobre o tema, destacando a importância de reconhecer os sinais de abuso e, principalmente, saber como agir”, explica a Mongin.
Além de violência doméstica, os alunos têm aulas de educação no trânsito, meio ambiente, bullying, entre outros temas. Essa é a quinta escola municipal que recebe o projeto Anjos da Guarda.
“Todas as disciplinas são ministradas por agentes da GMVV. O projeto tem um papel significativo para o mundo escolar, pois é nítido a transformação no comportamento dos alunos. Eles passam a ter disciplina e respeito pelo próximo”, explica o inspetor escolar, Ricardo Saibert.
Fonte: ES HOJE











