sexta-feira, 5 junho, 2026
  • Sobre Nós
  • Expediente
  • Contatos
Expresso Capixaba
  • Início
  • Policial
  • Esporte
    • Futebol
  • Saúde
  • Educação
  • Geral
  • Política
  • Cultura
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Agricultura
No Result
View All Result
  • Início
  • Policial
  • Esporte
    • Futebol
  • Saúde
  • Educação
  • Geral
  • Política
  • Cultura
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Agricultura
No Result
View All Result
Expresso Capixaba
No Result
View All Result
Home Destaques

Drex: entenda como vai funcionar a primeira moeda digital do Brasil

Na prática, o Drex funcionará como um "primo" do Pix, mas com diferentes finalidades e escalas de valores

agosto 8, 2023
em Destaques, Economia
0
Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsappTwittar

O Banco Central anunciou, na segunda-feira (7), que a primeira moeda digital do Brasil, equivalente ao dinheiro em circulação, se chamará Drex.  A moeda virtual oficial ainda está em teste, e a expectativa é que seja lançada no fim de 2024, modernizando o sistema bancário e o modo de lidar com o dinheiro.

Segundo o Banco Central, cada letra do real digital equivale a uma característica da ferramenta. O “D” representa a palavra digital; o “R” representa o real; o “E” representa a palavra eletrônica; e o “X” passa a ideia de modernidade e conexão, além de repetir a última letra do Pix.

Diferentemente das criptomoedas, cuja cotação é atrelada à demanda e à oferta e tem bastante volatilidade, o Drex terá o mesmo valor do real. Cada R$ 1 valerá 1 Drex, com a moeda digital sendo garantida pelo Banco Central, enquanto as criptomoedas não têm garantia de nenhuma autoridade monetária.

O Drex não será acessado diretamente pelos correntistas, mas por meio de carteiras virtuais atreladas a uma instituição de pagamento, como bancos e correspondentes bancários. O cliente depositará nessas carteiras o correspondente em reais e poderá fazer transações com a versão digital da moeda.

Na prática, o Drex funcionará como um “primo” do Pix, mas com diferentes finalidades e escalas de valores. Enquanto o Pix obedece a limites de segurança e é usado, na maior parte das vezes, para transações comerciais, o Drex poderá ser usado para comprar imóveis, veículos e até títulos públicos. Veja abaixo perguntas e respostas sobre Drex:

O que será o Drex?

O Drex será uma moeda virtual de uma categoria chamada de CBDC (do inglês, Central Bank Digital Currencies; a sigla pode ser traduzida para o português como “moedas digitais de banco central”).

Será uma versão digital da moeda soberana do Brasil, produzida e regulada pelo Banco Central, seguindo as regras do Sistema Financeiro Nacional e da política monetária brasileira.

Quando o Drex será lançado?

Ainda não foi divulgada uma data específica para o lançamento da moeda digital, mas a expectativa é que isso ocorra no fim de 2024.

O Banco Central afirma esperar que todos os participantes do teste-piloto do real digital que começou em março estejam conectados ao sistema, os chamados nós validadores, até meados de agosto, para que os testes em si sejam iniciados em setembro.

A primeira fase do teste será a interação entre a CBDC e o real “tokenizado”, espécie de representação digital dos depósitos bancários e dos saldos de instituições de pagamento que serão usados no varejo.

Depois, em fevereiro de 2024, será testada a interação com tokens de títulos públicos. A chegada da novidade para a população pode ocorrer no fim do próximo ano.

Qual será o ‘câmbio’ com as notas físicas?

A paridade permanecerá sempre de um para um, ou seja, cada real digital terá o mesmo valor de um real físico.

Como a nova moeda poderá ser utilizada?

O Drex terá a tecnologia blockchain, ou seja, uma série de códigos armazenada em diferentes computadores que garantirá a posse do dono em sua carteira.

Segundo o coordenador da iniciativa no BC, Fabio Araújo, a vantagem do real digital é que ele vai diminuir os intermediários nas transações virtuais.

“Não precisa mais ter advogado. Tem um pedaço de código garantindo que os valores estão de acordo com o que foi registrado no contrato. Baixa muito o custo”, disse.

O Drex é também uma criptomoeda?

Apesar de ser digital e utilizar a tecnologia blockchain, o Drex não terá o mesmo funcionamento do Bitcoin ou do Ethereum, por ter uma “produção” centralizada pelo Banco Central brasileiro e ter paridade fixa com uma moeda física.

O uso do real digital terá custos?

Segundo Fabio Araújo, o Drex terá custos para ser utilizado em serviços financeiros — porém menor do que os existentes hoje em dia.

Outros países também planejam lançar versões digitais de suas moedas?

Em pouco mais de três anos, o número de bancos centrais que estudam a criação de suas próprias moedas digitais saltou de 35 para 130, segundo o Atlantic Council. Os países que estão discutindo a emissão das moedas digitais são responsáveis por 98% do PIB global. Entre eles, 42 estão em fase de pesquisa, 32 em fase de desenvolvimento, 21 lançaram pilotos e 11 já possuem versões finalizadas.

Com informações da Agência Estado, Agência Brasil e Folha Vitória

  • Trending
  • Comments
  • Latest
Acidente em córrego primavera Rio Bananal deixa 2 feridos em estado grave

Acidente em córrego primavera Rio Bananal deixa 2 feridos em estado grave

Caixa divulga calendário de pagamento para novos aprovados do auxílio emergencial

Caixa divulga calendário de pagamento para novos aprovados do auxílio emergencial

Renato Casagrande é apontado como o melhor governador de 2019, segundo o G1

Casagrande testa positivo para Covid-19

Secretário diz que ES pode ter lockdown (bloqueio total) de 21 dias, mas não especificou como será

Secretário diz que ES pode ter lockdown (bloqueio total) de 21 dias, mas não especificou como será

Jokowi Seeks Investors for Indonesia’s Airports to Curb Deficit

CS:GO ELeague Major pools and tournament schedule announced

Washington prepares for Donald Trump’s big moment

With 150 million daily active users, Instagram Stories is launching ads

Governo do Estado lança Fundo Cidades 2026 e amplia apoio aos municípios capixabas

Governo do Estado lança Fundo Cidades 2026 e amplia apoio aos municípios capixabas

Colheita do conilon 2026 começa devagar e esse atraso pode impactar o preço

Colheita do conilon 2026 começa devagar e esse atraso pode impactar o preço

Do grão à experiência: como o Caparaó transforma café em produto turístico e amplia o potencial do Sul do ES

Do grão à experiência: como o Caparaó transforma café em produto turístico e amplia o potencial do Sul do ES

Feira dos Municípios 2026 abre as portas celebrando a cultura, o turismo e a identidade capixaba

Feira dos Municípios 2026 abre as portas celebrando a cultura, o turismo e a identidade capixaba



CATEGORIAS

  • Agricultura
  • Brasil
  • Classificados
  • Cultura
  • Destaques
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Futebol
  • Geral
  • Meio Ambiente
  • Mundo
  • Policial
  • Política
  • Regional
  • Saúde

CONTATOS

jornalexpressocapixaba@gmail.com
(27) 99724-7230

  • Sobre Nós
  • Expediente
  • Contatos

© 2019 - Expresso capixaba - Todos os direitos reservados

No Result
View All Result
  • Início
  • Policial
  • Esporte
    • Futebol
  • Saúde
  • Educação
  • Geral
  • Política
  • Cultura
  • Brasil
  • Mundo
  • Economia
  • Agricultura

© 2019 - Expresso capixaba - Todos os direitos reservados