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74% dos hospitais públicos do ES estão sem alvarás sanitário e de funcionamento; saiba se eles podem funcionar

Levantamento do Tribunal de Contas do Espírito Santo identificou irregularidades em 35 hospitais públicos no Estado, como falta de alvarás ou o não monitoramento de tempo para marcação de exames e consultas.

maio 2, 2024
em Destaques, Saúde
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Leito de UTI do Hospital Estadual Dório Silva, na Serra — Foto: Divulgação/Governo do ES

Leito de UTI do Hospital Estadual Dório Silva, na Serra — Foto: Divulgação/Governo do ES

Um relatório feito pelo Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES) constatou várias irregularidades relacionadas à governança, gestão organizacional e infraestrutura em 35 hospitais públicos do estado: 74% dos hospitais públicos do Estado não possuem licença de funcionamento expedida pela Vigilância Sanitária, assim como 74% não possuem alvará de funcionamento expedido pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBMES).

Deste número, 18 são de responsabilidade do governo estadual e 17 de municípios. O levantamento é voltado para identificação das principais fragilidades que impactam a eficiência hospitalar.

Além disso, de acordo com o documento do tribunal, 45% dos hospitais públicos citados no relatório não monitoram e desconhecem o tempo de espera do paciente que aguarda por atendimento ambulatorial e pela realização de exames.

De acordo com o levantamento, 14 unidades hospitalares são da Grande Vitória e 21 são do interior do estado. No mapeamento, foi constatado que 69% (24 unidades) possuem ambulatório – espaço voltado para pequenos curativos e cirurgias, exames e atividades de primeiros socorros. Dos 35 avaliados, 11 monitoram os tempos de espera das primeiras consultas e nove monitoram o tempo de espera das consultas de retorno.

Hospitais citados no relatório

HOSPITAL ESFERA LOCALIZAÇÃO
Hospital da Polícia Militar Estadual Vitória
Hospital Doutora Rita de Cassia (atual Alceu Melgaço Filho) Estadual Barra de São Francisco
Hospital e Maternidade Silvio Avidos Estadual Colatina
Hospital Maternidade Dr. Aluízio Filgueras Municipal Muqui
Hospital de Jeronimo Monteiro Estadual Jerônimo Monteiro
Hospital Municipal Ida Ferreira Mageste Municipal Pancas
Hospital Estadual de Atenção Clínica (Adauto Botelho) Estadual Cariacica
Hospital Municipal de Cobilândia Municipal Vila Velha
Hospital Geral de Linhares Municipal Linhares
Hospital de Pinheiros Municipal Pinheiros
Hospital Municipal Dra. Andrea Canzian Lopes Municipal Atilio Vivacqua
Hospital Municipal Materno Infantil Municipal Serra
Hospital Doutor Dório Silva Estadual Serra
Hospital Antonio Bezerra de Faria Estadual Vila Velha
Hospital São Jose do Calçado Estadual São José do Calçado
Centro de Atendimento Psiquiátrico Dr Aristides A Campos Estadual Cachoeiro de Itapemirim
Hospital Dr. Roberto Arnizaut Silvares Estadual São Mateus
Hospital e Maternidade Nossa Senhora da Conceição Municipal Piúma
Hospital Municipal Nossa Senhora da Penha Municipal Conceição do Castelo
Hospital Dr. Joao Dos Santos Neves Estadual Baixo Guandu
Hospital Infantil E Maternidade Alzir Bernardino Alves Estadual Vila Velha
Centro de Reabilitação Física do Estado do Espírito Santo Estadual Vila Velha
Hospital Municipal São Joao Batista Municipal Laranja Da Terra
Maternidade Municipal de Cariacica Municipal Cariacica
Hospital Estadual Central Estadual Vitória
Hospital Municipal de Castelo (antiga Santa Casa de Castelo Castelo Castelo
Hospital Estadual Dr Jayme Santos Neves Estadual Serra
Hospital Dr. Nilton de Barros (Hospital Estadual de Vila Velha – antigo Ferroviários) Estadual Vila Velha
Hospital Estadual de Urgência e Emergência Estadual Vitória
Hospital São Gabriel (antigo Hospital Fernando Serra) Municipal São Gabriel da Palha
Sociedade Hospitalar São João Batista Municipal Mucurici
Unidade Mista de Internação de Jaguaré Municipal Jaguaré
Hospital e Maternidade Alfredo Pinto Santana Municipal Rio Bananal
Hospital Materno Infantil Menino Jesus Municipal Itapemirim
Hospital Pedro Fontes Estadual Cariacica
Fonte: TCE-ES

Segundo o relatório, 46% dos 35 hospitais, ou seja, 16 deles, monitoram os tempos de espera para realização dos exames que, segundo a Resolução CIB/SUS-ES 072/2022, deve oscilar entre 15 e 60 dias, segundo a classificação de risco.

Em relação à falta de licenças e alvarás, o levantamento esclareceu que, dos 35 hospitais, nove relataram que possuem alvará do Corpo de Bombeiros, mas cinco deles estão com a validade expirada.

Além disso, nove hospitais citados no relatório declararam ter licença válida da Vigilância Sanitária. Entretanto, quatro estão com o documento irregular, com validade expirada.

Hospital da Polícia Militar em Bento Ferreira, Vitória — Foto: Marcos Fernandez/ A Gazeta

Hospital da Polícia Militar em Bento Ferreira, Vitória — Foto: Marcos Fernandez/ A Gazeta

“Espera-se que os hospitais apresentem, oportunamente, em caso de futuras auditorias, documentos que atestem o cumprimento das exigências sanitárias para funcionamento das respectivas unidades”, diz o relatório.

Diante dos dados levantados, o próprio TCE-ES sugeriu que o mesmo fosse arquivado, como parte de um procedimento do rito processual. Entretanto, o Ministério Público de Contas do Espírito Santo (MPC-ES), por meio do parecer emitido pelo procurador especial de contas Heron Carlos Gomes, solicitou o aprofundamento da fiscalização, com a continuidade das ações de controle.

O MPC se mostrou contrário ao arquivamento e ao sigilo aplicado à parte do relatório, citando que as falhas são graves e comprometem a qualidade dos serviços prestados à população, colocando em risco a vida e a segurança de pacientes e profissionais de saúde.

Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES)  — Foto: Divulgação/TCE-ES

Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES) — Foto: Divulgação/TCE-ES

Com o parecer do Ministério Público de Contas, o Tribunal de Contas divulgou que irá realizar uma auditoria nas unidades hospitalares, “com o objetivo de avaliar o desempenho dos hospitais do Espírito Santo que apresentaram os maiores riscos”.

Hospitais poderiam estar funcionando?

Diante do relatório que aponta as irregularidades nos hospitais públicos do Espírito Santo, o g1 procurou pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) para esclarecer se os locais poderiam estar funcionando.

Segundo a Sesa, de acordo com o Código Sanitário do Espírito Santo (Lei 6.066/99), os hospitais públicos geridos pelo governo do Estado não precisam de alvará sanitário. Ou seja, mesmo com a ausência dos documentos, as unidades hospitalares analisadas podem continuar funcionando normalmente, desde que sigam as normas sanitárias vigentes.

Fachada do Hospital Estadual Central, em Vitória — Foto: Reprodução/Secretaria de Saúde do ES

Fachada do Hospital Estadual Central, em Vitória — Foto: Reprodução/Secretaria de Saúde do ES

“Também estabelece que eles sejam monitorados periodicamente pela Vigilância Sanitária, o que acontece de maneira planejada em toda rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Todos os hospitais do governo do estado possuem projetos básicos de prevenção de incêndio e estão sendo equipados com extintores, luminárias de emergência, avisadores sonoros, hidrantes, sinalização de emergência, entre outros. Além disso, a Sesa possui brigadistas 24 horas em todas as suas unidades”, informou por meio de nota.

De acordo com a pasta estadual, para os hospitais que não possuem licenças do Corpo de Bombeiros, há um cronograma de atividades em execução para emissão do alvará provisório até o fim de 2024.

Já em relação ao monitoramento do tempo de espera do paciente por atendimento ambulatorial e pela realização de exames, a Sesa informou que o controle acontece diretamente nos estabelecimentos de saúde.

Direitos dos pacientes

Segundo o advogado Marlilson Sueiro, especialista em Direito Público, pacientes que tenham se sentido lesados por tais irregularidades, como, por exemplo, tempo prolongado de espera, têm direito a buscar seus direitos na Justiça, desde que comprovem a existência do dano sofrido e a relação de causa e efeito diante da conduta omissiva da administração hospitalar.

Justiça e saúde  — Foto: TJPE/Divulgação

Justiça e saúde — Foto: TJPE/Divulgação

“Nesses casos, recomenda-se que a pessoa busque um advogado de confiança ou a Defensoria Pública, se for o caso, para que avalie o caso concreto, devendo levar as provas pertinentes ao caso, como, por exemplo, a cópia do prontuário médico”, esclarece Sueiro.

“Se o hospital não monitora o tempo de espera do paciente, há a possibilidade de ocorrerem erros no atendimento, de forma que pacientes que necessitam de atendimento prioritário tenham que esperar além do tempo recomendado para o seu atendimento, o que pode implicar em um agravamento do quadro clínico do paciente ou, ainda, na manutenção dos sintomas em prazo além do razoável”, finalizou o especialista.

O relatório do Tribunal de Contas do Estado foi feito apenas com hospitais públicos, levando em consideração o credenciamento ao Sistema Único de Saúde (SUS). Por isso, nenhum hospital particular entrou no levantamento.

Fonte: G1 ES

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